Karina chorava, sua voz ficando cada vez mais fraca:
— Eu finalmente estou vivendo a minha própria vida, e você quer que voltemos ao que éramos antes? Você não pode ser tão egoísta!
Karina não conseguiu se manter em pé, seu corpo perdeu o equilíbrio e caiu.
— Karina!
Ademir a agarrou a tempo, colocando ela suavemente na cama. Ele acariciou delicadamente a face pálida dela:
— Vamos falar sobre isso depois. Onde está doendo? Sua perna está doendo?
Karina franziu a testa, virou o rosto, se desviand