Eu não dormi.
Não depois daquela noite.
Não depois de tudo o que foi dito… e de tudo o que foi revelado.
Fiquei deitado olhando para o teto, com o corpo exausto, mas a mente completamente desperta, como se cada segundo estivesse me cobrando algo que eu não podia mais ignorar.
Meu filho.
A palavra ainda parecia estranha… e ao mesmo tempo, absurdamente certa.
Meu.
Filho.
Passei a mão pelo rosto, sentindo o peso daquilo se instalar de vez dentro de mim. Não era mais dúvida. Não era mais possibilid