- Quem tem medo dele? - Murmurou Eduardo baixinho.
Ele simplesmente não queria desperdiçar tempo com o pai, não havia nada de bom para conversar.
Mas as palavras provocativas dos outros eram úteis, e apesar de reclamar, Eduardo se levantou da cadeira, lançando um olhar para Marcelo, com uma atitude que não precisava de explicações.
Marcelo também suspirou aliviado com o gesto de Eduardo se levantar. A disposição para conversar significava que ainda havia esperança de reconciliação entre pai e fi