Tatiana não temia Eduardo, e mesmo depois de ser repreendida, ela apenas piscou inocentemente.
Eduardo exibia um rosto cheio de resignação e parou para esperar por ela.
- O que está fazendo aí parada? Vai voltar para casa ou não?
A luz da lua passava pelos galhos das grandes árvores na rua, lançando uma sombra suave que se interpunha exatamente entre as sombras de ambos, como se fosse um abismo intransponível.
Tatiana ultrapassou as sombras e disse com uma voz suave:
- Eduardo, o que eu disse é