O homem tinha o cabelo raspado, vestia roupas casuais e segurava um caderno e uma caneta nas mãos.
Ele era o mesmo policial que tinha dispersado os jornalistas em frente ao prédio do Grupo Baptista e que tinha dado uma pomada para Lúcia.
Com um sorriso no rosto, sem o uniforme, ele parecia ao mesmo tempo robusto e refinado:
- O caso da Olga ainda não terminou. Assim que eu finalizar, voltarei.
- Ela trabalhou como enfermeira no Hospital Central da Cidade A? - Lúcia perguntou a dúvida que tinha