— Agora nem o direito de fazer amigos eu tenho? — Lúcia apertou o celular com tanta força que os dedos ficaram brancos, seus olhos fixos nele.
— Ele não quer nada de bom pra você. Fique longe dele. — Sílvio deu uma risada sarcástica.
— E desde quando você lê mentes?
— Sou homem, Lúcia. Acha que eu não sei o que se passa na cabeça dele? — Sílvio a encarou com raiva crescente.
Que mulher tola! Como podia ser tão ingênua? Nenhum homem se daria ao trabalho de ser tão atencioso sem algum interesse po