Lúcia falava sem parar, mas ele não dava a mínima.
Era mesmo ridículo, ela ainda esperava que ele tivesse alguma compaixão por ela.
Um homem que mandou Olga matá-la, um marido que desejava a morte da própria esposa, como poderia ter qualquer sentimento de piedade?
Lúcia enxugou as lágrimas, decidida:
— Eu já disse, ou você aceita o que eu estou pedindo, ou eu vou ficar te seguindo, te atormentando. Se tem coragem, então me mate de uma vez.
— Você perdeu a vergonha na cara?
— Eu não preciso mais