Ela precisava contar aquele segredo para ele, senão realmente morreria de dor.
— Sílvio, eu não vou...
A porta da suíte presidencial foi batida, o celular de Sílvio tocou, ele atendeu e foi abrir a porta.
As palavras de Lúcia ficaram presas na garganta como espinhas de peixe.
Um minuto depois, Sílvio voltou, jogando um saco de papel na frente dela.
O saco bateu em seus dedos, causando uma dormência instantânea.
Roupas como suéter e jeans, meias e outros itens caíram do saco, espalhando-se pelo