Quanto mais Ivone resistia, mais Basílio parecia perder o controle. Suas mãos firmes levantaram o vestido dela, puxando as meias até os tornozelos. Seus dedos exploraram a pele macia, provocando arrepios que ela não conseguia conter.
O rosto de Ivone ficou ruborizado, quente como brasa, mas ainda havia uma pequena centelha de razão dentro dela. Com força, ela mordeu o lábio dele, fazendo com que um fio de sangue escorresse.
Basílio respirou fundo, sentindo a dor:
— Iva...
— Agora você já está ma