Ela ficou em silêncio, o ambiente pesado, e eu não conseguia ficar parado. A droga queimava tudo por dentro, consumindo meus pensamentos, me fazendo querer fugir, sair dali. Mas, sempre que eu olhava para a cama e via ela ali, algo me prendia. Era como se tudo que eu queria fizesse sentido e ao mesmo tempo não fizesse. Só então, como se em um movimento automático, me aproximei da cama, me sentei do outro lado, o suficiente para não ficar perto dela. Me deitei com certa raiva de mim mesmo, tenta