DIANA DRAGNA
Já tem mais ou menos cinco minutos que estou parada na frente da porta da casa da minha mãe, esperando o nervosismo da Elena diminuir, para poder apertar a campainha.
— Posso apertar? — Pergunto.
— Pode... — Ela fala, enxugando o suor das mãos no vestido verde-esmeralda, que compramos no dia anterior.
Levanto a minha mão, para finalmente tocar a campainha e Elena a segura, impedindo que eu tocasse a maldita campainha.
— Não! Espera... — Ela continua nervosa. — Eu preciso mesmo ir?