Nicolas riu, um som baixo e frio que ecoou na escuridão ao redor. Ele deu mais alguns passos, se aproximando do carro amassado, como se tivesse todo o tempo do mundo. Sua presença era esmagadora, e Ana sentia o peso do olhar dele sobre ela, como se pudesse prever os próximos movimentos de Lucas.
— Eu perdi? — ele repetiu, com desdém. — Lucas, você nunca entendeu como o jogo funciona, não é? Você pode correr, pode tentar escapar, mas no final, sempre vai acabar voltando para o mesmo lugar. — Nic