O sol mal começava a iluminar o apartamento de Ana quando ela foi despertada por um barulho sutil. Seus olhos ainda pesados de sono se abriram lentamente. Um som insistente fazia eco em sua mente. Quando finalmente conseguiu focar, percebeu que era o toque do celular ao lado de sua cama.
— Alô… — Ana atendeu, sua voz arrastada, ainda lutando para lembrar onde estava.
— Atrasada? — a voz de Márcia soou do outro lado da linha, fria e impregnada de sarcasmo.
— O quê? — Ana respondeu, ainda confu