Jamila entrou na casa grande e foi direto para a cozinha, tentando se ocupar.
— Chinara, posso ajudar?
— Pode sim.
Ela começou a organizar as coisas, ainda abalada.
Sol entrou animada, jogando a bolsa de lado.
— Cheguei!
Olhou ao redor.
— Cadê o Afonso?
Chinara respondeu sem olhar muito.
— Não vi.
Sol virou para Jamila.
— Você viu?
— Não.
Sol parou, observando melhor.
— Você tá estranha.
Jamila tentou sorrir.
— Eu não tô.
— Tá sim.
— Não tô triste…
Sol cruzou os braços.
— Então por que essa car