Jamila foi deitada com cuidado na cama. Seu corpo ainda tremia, e cada movimento parecia arrancar um suspiro de dor.
— Devagar… — disse Afonso, com a voz baixa, tentando não machucá-la mais.
Sol não conseguiu ficar parada.
— Eu vou chamar a Chinara!
E saiu quase correndo.
Pouco tempo depois, voltou acompanhada de Chinara, que já trazia tudo nas mãos — folhas amassadas, água morna e um pano limpo.
Assim que viu Jamila naquele estado, seus olhos se encheram de lágrimas.
— Meu Deus… — sussurrou.