Chinara caminhou até o quarto com o coração apertado. A ordem tinha vindo direta: abrir a porta de Sol.
Ela destrancou devagar.
Assim que a porta se abriu, Sol praticamente avançou.
— Cadê a Jamila?! — perguntou, desesperada.
Chinara não conseguiu segurar.
As lágrimas vieram na hora.
— Levaram ela… — disse, com a voz falhando. — Sua mãe mandou… e… bateu nela…
O rosto de Sol perdeu a cor.
— Não… — sussurrou.
Sem pensar duas vezes, ela saiu correndo pelo corredor.
Sol foi direto até o feitor, q