(Narrado por Rafael)
A luz da manhã filtrou-se pelas cortinas de seda, pintando o corpo nu de Flávia com tons dourados. Ela ainda dormia, os cabelos loiros espalhados sobre o travesseiro como uma obra de arte que só eu tinha o privilégio de admirar.
Meu dedo traçou a curva do seu ombro, descendo até a marca que eu havia deixado na noite anterior – um pequeno arroxeado sobre a pele macia. "Minha marca". Meu estômago apertou de desejo só de lembrar como ela arqueou sob mim, suplicando em voz b