As vozes de Patrícia e Ângela fluíam do gravador.
O tempo passava e Patrícia ficava cada vez mais pálida. Ela nem se importava mais com a dor em sua perna e correu para os pés de Raul, abraçando suas pernas e implorando:
- Não reproduza a gravação, Raul. Eu sei que estava errado. Por favor, não reproduza.
Raul, com o rosto bonito e frio, perguntou:
- Cunhada? Então, você deixa Ângela te chamar de cunhada em particular?
Patrícia chorava amargamente:
- É porque eu amo você demais, amo Ângela dema