Titio fofoqueiro.
— Eu tenho o direito de me preocupar. Sabe-se lá por que desde que o vi, senti uma empatia imediata. Algo inexplicável. Um homem de terno e gravata desconhecido, fez eu sentir vontade de ser amiga na hora.
— É recíproco, linda do titio — falou ele sorrindo e apertando minha bochecha com carinho.
A comida chegou e almoçamos em silêncio.
Voltei ao trabalho logo depois e só fui comer no final da tarde. Nessa parte do dia, eu, como brasileira, tomava um bom café e pão. Não havia pão francês, mas o