Fomos para a casa do meu avô. A família estava na sala de visitas, apreensiva. Titio me abraçou quando cheguei perto de Ha-Jun. Mantive a calma, pelo menos na frente dele. Consegui conter as lágrimas e ordenei às minhas pernas para que parassem de tremer enquanto conversamos.
— Já foram contratados mais seguranças? — questionou o vovô.
— Sim, pai, e a polícia já está à procura dela — respondeu titio, segurando um pendrive.
— Estas imagens mostram como ela escapou da prisão? — perguntei.
— Embor