- Calma, estou aqui... desculpe a demora – ela disse com a voz mais doce possível. — Meu anjo... olha para mim... estou aqui, você não está sozinha – continuou falando, tentando me acalmar, acariciava minhas costas e meus cabelos com as suas mãos delicadas.
- Ah, Sara, eu nem sei o que dizer... eles me acusaram de tantas coisas... fiquei com tanto medo que você acreditasse... perder sua amizade seria demais para mim – disse entre soluços e lágrimas, agarrada a ela. Seu abraço trazia conforto, e