87. Movimentos estranhos
Rubi
Acordo com o sol já alto batendo na janela do quarto de hóspedes. Deve ser quase três da tarde. A cabeça pesa, o corpo inteiro dói como se eu tivesse corrido a caçada de novo. Olho para o lado e não tem ninguém. Libby deve ter ido comer algo, enquanto eu nem percebi que dormi.
O celular vibra sem parar na cabeceira. Eu nem lembro de ter colocado no silencioso. Nome na tela: Laura. 27 chamadas perdidas.
Merda.
Atendo já sentando na cama.
“Rubi, graças à Deus!” A voz da Laura tá quebrada, qu