Capítulo 31

O relógio da sala marcava quase quatro da manhã quando Sophie, exausta, finalmente adormeceu no sofá. O corpo cedia, mas a mente permanecia em estado de alerta. O sono foi breve e turbulento, entrecortado por sonhos febris que se misturavam à realidade: passos pesados no corredor, a maçaneta girando sozinha, e a voz de Leonardo sussurrando ao pé do ouvido como uma serpente: “Até a morte, docinho… até a morte.”

Um barulho metálico a despertou de sobressalto. O coração disparou de imediato, e por
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