O relógio da sala marcava quase quatro da manhã quando Sophie, exausta, finalmente adormeceu no sofá. O corpo cedia, mas a mente permanecia em estado de alerta. O sono foi breve e turbulento, entrecortado por sonhos febris que se misturavam à realidade: passos pesados no corredor, a maçaneta girando sozinha, e a voz de Leonardo sussurrando ao pé do ouvido como uma serpente: “Até a morte, docinho… até a morte.”
Um barulho metálico a despertou de sobressalto. O coração disparou de imediato, e por