36. ME DOÍA VIVER
DANNA PAOLA MADERO

Doía me mover ou até mesmo respirar. Mal podia fingir um sorriso, a dor do lábio cortado impedia.

Eu não aguentaria mais.

Me doía viver.

Não ficarei mais nenhuma noite com aquele homem, nem que para isso eu mesma precise acabar de vez com meu sofrimento.

Eu não queria demonstrar nada ao John. E no exato momento me arrependi do de tê-lo arrastado para meu inferno particular, eu não posso deixar que a vida dele seja destruída como a minha foi.

— Quem não pode fazer
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