O som claro do tapa se misturou ao grito furioso de Alexandre, ecoando na noite silenciosa com uma nitidez impressionante.
Juliana calmamente recolheu a mão.
Alexandre, com o rosto ardendo, segurava a bochecha, incrédulo, os olhos arregalados, encarando-a sem acreditar no que acabara de acontecer.
— Desculpa… Reflexo instintivo. — Disse Juliana num tom leve e despreocupado.
Alexandre avançou de repente na direção dela, não dava pra culpá-la, né?
Mesmo que aquele tapa tivesse, sim, um pouco de in