Bruno tinha uma silhueta esguia.
Com o paletó pendurado no braço e a franja ligeiramente bagunçada pelo vento, seus traços eram refinados, transmitindo um ar despreocupado e relaxado.
Paulo mantinha o rosto sério, evitando rir.
Afinal, ele fora o responsável por permitir o encontro entre Juliana e Bruno ali.
Um simples “Que coincidência” ...
Que engraçado.
Destino? Nada disso.
Era tudo parte de um plano bem arquitetado.
— Que coincidência. — Respondeu Juliana com naturalidade.
A conversa entre