— Você só pode estar brincando — murmurei baixinho, dando uma volta no lugar e tentando acalmar os nervos que pareciam à beira de um colapso. A cena que acabara de acontecer era simplesmente surreal demais para eu processar.
— Ayla, essa é minha filha, Amélie. Amélie, essa é Ayla, uma amiga do papai — ouvi Nicolas dizer, como se estivesse tentando colocar alguma normalidade no caos que eu sabia que estava prestes a explodir.
Olhei para Amélie, que me analisava com uma expressão curiosa, como se