Eu não sabia como Teri e Paulo tinham me convencido a subir até ali. Talvez tenha sido o olhar determinado de Teri ou as palavras encorajadoras de Paulo, mas, de alguma forma, estávamos agora na sala de espera do Grupo Sartori.
O ambiente era frio, sofisticado e impecavelmente silencioso. Cada detalhe, desde os móveis minimalistas até o aroma amadeirado que pairava no ar, parecia gritar “poder”. E, no meio daquele cenário, eu me sentia tão deslocada quanto um peixe fora d'água.
Olhei para a por