"Matheus"
Eu acordei com uma luz brilhante e uma brisa fresca roçando o meu corpo. Ainda nem tinha aberto os olhos quando senti o corpo da minha Peste pousar sobre o meu.
- Acorda, Carrapato!
Ela sacudiu os meus ombros com uma pitada de alegria na voz e me deu um beijo, o que me fez continuar de olhos fechados e apertar os meus braços em torno dela.
- Huumm! Acho que preciso de mais beijos para acordar. - Eu murmurei sonolento e ela riu.
- Engraçado, porque seu amiguinho ali embaixo está pronto para a batalha. - Ela brincou.
O bom humor dela e a empolgação eram contagiantes, então eu a provoquei um pouco mais.
- Talvez você precise repetir a borboleta paraguaia pra ele e quem sabe eu acorde.
Eu abri cautelosamente um dos olhos para examinar a expressão dela e a peguei dando uma risadinha confiante. Então eu nos virei na cama a prendendo debaixo de mim e a beijei, lento, caloroso, sedutor.
- Você sabe, não sabe, peste? - Eu abri os olhos para vê-la me observando confusa. - Que me de