"Gabriele"
Eu abri os olhos com a luminosidade dos raios de sol que atravessam a cortina leve na janela. Meu corpo todo doía, um lembrete que esse Carrapato me possuiu de mais maneiras do que eu esperava. Eu ainda estava aninhada no peito dele e esfreguei o meu nariz, sentindo o cheiro da sua pele e inalando profundamente o aroma viciante amadeirado e irresistivelmente masculino. Era relaxante e íntimo.
- Bom dia, minha Peste linda. Dormiu bem? - Eu escutei a sua voz rouca e cheia de carinho e levantei a cabaça para encará-lo.
- Que pergunta boba, Carrapato, você não me deixou dormir quase nada! E agora o meu corpo inteiro me lembra que eu estou acordada e ele está dolorido da melhor maneira possível. - Eu confessei e ouvi o seu risinho fácil. - E você?
- A melhor noite em muito tempo, realmente eu não sei porque dormimos, talvez eu devesse ter aproveitado melhor você, Peste! - Ele p0assou as mãos pelas minhas costas, apertando o meu corpo contra o dele.
- Carrapato safado! - Eu dei