"Gabriele"
Eu abri os olhos com a luminosidade dos raios de sol que atravessam a cortina leve na janela. Meu corpo todo doía, um lembrete que esse Carrapato me possuiu de mais maneiras do que eu esperava. Eu ainda estava aninhada no peito dele e esfreguei o meu nariz, sentindo o cheiro da sua pele e inalando profundamente o aroma viciante amadeirado e irresistivelmente masculino. Era relaxante e íntimo.
- Bom dia, minha Peste linda. Dormiu bem? - Eu escutei a sua voz rouca e cheia de carinho e