"Eva"
A campainha do apartamento tocou e a Gabriele se levantou depressa para abrir a porta, mas a expressão de decepção dela me fez ter que esconder o riso.
- Ah, Rossi! - Isso não tinha sido nem um arremedo de cumprimento e ela colocou a cabeça para fora da porta e olhou para os dois lados do corredor. - Veio sozinho, Rossi?
- Ô, Gabizinha, eu vim buscar meu amorzinho. Posso entrar? - O José Miguel estava tentando não rir da Gabriele porque ele também percebeu a decepção dela.
- Tá, entra. - Ela deu passagem e meu namorado entrou me pegou no colo e se sentou comigo no mesmo lugar de onde tinha me trirado.
- Oi, amorzinho! - Ele me beijou. - Senti sua falta!
- Estou vendo, nem esperou que eu te ligasse. - Eu sorri e entrelacei meus dedos em seus cabelos o puxando para mais um beijo.
- Vocês dois, podem parar com isso, na minha casa se eu não me divirto, ninguém se diverte. - A Gabriele brincou e nós rimos.
- Gabizinha, você não está se divertindo porque não quis! - O José Miguel de