O cosmos, agora vibrando com o novo renascimento, se estendia diante delas como uma tela infinita, uma tela que aguardava as pinceladas do destino. Ísis e Celina, sentindo o peso e a beleza do momento, estavam conscientes de que haviam cruzado a linha entre o possível e o impossível. O Véu, uma força mística que antes representava o caos, agora era uma força de ordem e transformação. E, com essa nova realidade, o peso de suas escolhas pesava sobre elas com a mesma intensidade da luz das estrela