O brilho da estrela central do Véu ainda pulsava, como um coração batendo em sintonia com a criação. Ísis e Celina sentiam-se imersas naquela energia, conectadas a tudo o que existia e ao que ainda estava por ser. Não havia como negar o chamado que o Véu fazia a elas: um convite para iniciarem algo novo, um primeiro movimento capaz de ecoar em todas as realidades.
— Precisamos decidir juntas, — Ísis disse, com o olhar fixo na projeção do cosmos que ainda flutuava diante delas. — O Véu está nos