O silêncio que se seguiu à partida da entidade era profundo, quase palpável. Ísis e Celina estavam sozinhas novamente, mas a sensação de solidão era estranha, como se o Véu as observasse de dentro de suas próprias almas. Elas estavam no coração do que parecia ser um limbo criativo, onde tudo era possível, mas nada estava definido. O espaço ao redor delas ainda se desdobrava como uma tela infinita, com novas formas e paisagens surgindo e desaparecendo a cada segundo, como se o próprio cosmos est