O Véu, agora vibrante e pulsante como um coração cósmico, se expandia em ondas de luz que se estendiam para além da percepção de Ísis e Celina. Cada linha e cada conexão dentro dele era mais do que uma simples entrelaçamento de energias; elas eram as vibrações de todos os mundos, a ressonância das estrelas e da matéria, do pensamento e do sentimento. O Véu, em sua essência, era a ponte entre o visível e o invisível, a dança eterna entre o ser e o não-ser.
Enquanto observavam a magnitude dessa t