O vilarejo parecia respirar com uma nova vitalidade, mas a presença de Aedric e seu cristal negro trouxe uma inquietação que perturbava a harmonia recém-estabelecida. Elias, sempre sereno, sentiu um peso ao segurar o objeto. Era como se o cristal pulsasse com uma energia oposta à do Véu, algo antigo, profundo, e perigosamente atraente.
Na praça central, uma pequena multidão se reuniu. Os aldeões, ainda confiantes na liderança de Elias, esperavam por suas palavras, enquanto Aedric permanecia em