Os primeiros raios do sol atravessavam o Véu, banhando o vilarejo em uma luz suave e iridescente. Era como se o próprio universo quisesse lembrar aos habitantes de sua vastidão e mistério. Apesar da tranquilidade aparente, os guardiões sabiam que o caos nunca dormia. A restauração do Véu havia trazido um equilíbrio momentâneo, mas suas almas carregavam cicatrizes invisíveis das batalhas recentes.
Celina acordou com um peso no peito. O som de sussurros a despertara no meio da noite, mas ela não