Enquanto o vilarejo celebrava a nova harmonia, Ísis sentia que algo permanecia inexplorado. As estrelas, a Árvore do Horizonte, o Limbo das Estrelas — tudo apontava para uma verdade maior, uma que ela ainda não conseguia alcançar.
Sentada à beira do lago que refletia o céu, Ísis mergulhou em seus pensamentos. O reflexo das estrelas parecia mais próximo, como se cada ponto luminoso fosse uma janela para outra realidade. Ao tocar a superfície da água, sentiu uma pulsação familiar, uma energia que