O vilarejo, agora pulsando com a energia do Véu, estava em constante transformação. As Pontes de Luz, antes uma presença visível, começaram a se expandir para além dos limites do que os olhos humanos podiam ver. Elas não mais se restringiam a caminhos entre os mundos, mas se entrelaçavam como uma rede invisível que conectava todas as almas em sua jornada. Era como se o próprio espaço e o tempo fossem remodelados pela presença do Véu, criando uma realidade onde o impossível se tornava possível.