Bianca
Estávamos a caminho da casa em Luanda, depois de duas horas inteiras de puro sermão, fui finalmente convencida a voltar para a casa.
Estava tonta, as minhas mãos tremiam no meu colo, a todo instante mentalizava o que iria dizer para aquela menina, qual a explicação que daria para ela sobre tudo.
Haviam sidos 4 longos anos, e não acreditada que um "oi filha, adivinha que está viva? Eu! quem quer pizza?" fosse resolver tudo.
- Ei...- ele sorriu de forma amigável me despertando dos meus de