A noite estava escura e pesada, como se o próprio céu mantivesse uma vigília silenciosa sobre a floresta. Yara e Tupã estavam assentados em um círculo de pedras, rodeados por tochas cujas chamas tremulavam ao ritmo do vento frio e soturno. O silêncio parecia intenso, quase sobrenatural, conforme ambos meditavam, de olhos fechados, como se esperassem o chamado dos espíritos.
Era uma noite de presságios. Tupã e Yara haviam sentido o peso de algo além da compreensão humana se aproximando, uma prese