Na manhã seguinte acordo antes dela, levanto, tomo um banho e vou até a cama para lhe acordar.
— Amor, amor! — tentava fazê-la abrir os olhos, mas eu não conseguia, ela estava tão bonita dormindo, que chegava ser crime o que eu estava fazendo. — Amor, jagi! — lhe dou um beijo. — Acorda!
Devagar ela abre os olhos, ainda meio sonolenta, sorri para mim assim que acorda o suficiente.
— Oi! — fala com voz de sono.
— Oi! Bom dia, passou bem a noite? — pergunto acariciando seus cabelos.
— Sim! Abr