Ayanne levantou seu braço e tocou meu rosto levemente com a mão, seu toque era tão suave, em minha pele áspera, senti a necessidade de me afastar, não queria que meu rosto machucasse sua mão, mas, ao mesmo tempo, queria continuar ali com aquele toque, era como seda tocando um pedaço da casca da madeira, olhei com os olhos arregalados, para a mulher que sorriu graciosamente, meu coração estava tão acelerado que podia ser ouvido como batidas na porta no fundo dos meus ouvidos, soltei inconsciente