Isabel não parava de balançar o corpo, fazendo com que os sinos amarrados à corda soassem frequentemente. As pessoas lá embaixo pareciam ter notado algo, pois várias vezes uma lanterna fraca iluminava o alto do prédio.
Isabel inclinou a cabeça para olhar para baixo, e a luz do carro iluminou vagamente o corpo daquele homem. Um traço de surpresa passou pelos olhos de Isabel, e seu movimento parou por um momento.
“Aquele homem... É o José.”
- Líder, eu vi aquele homem, é o José! - Alguém atrás de