Cyrus, trêmulo, se ajoelhou e me envolveu nos braços.
Como Rei Alfa, ele nunca se ajoelhava diante de ninguém, mas, naquele momento, não parecia se importar; seus olhos estavam fixos em mim, enquanto eu gradualmente desaparecia.
Ele me apertou firmemente nos braços, tentando não me deixar ir:
— Marina, você está apenas fingindo estar mal; na verdade, você está bem, não está?
Eu não conseguia responder, nem sequer abrir as mãos.
Meus lábios já haviam desaparecido, meus ombros estavam prestes a se