Ele a via como um ser quase divino, celestial. Sentia-se como um demônio prestes a corromper um lindo anjo indefeso, que estaria a mercê de todas as coisas perversas que ele conseguiria fazer assim que colocasse as mãos em sua estrutura.
Ele temia quebrá-la ainda mais, a deixando tão danificada quanto ele ao torná-la completamente exposta aos seus desejos sórdidos. Mas o que ele não percebia, era a maneira como ela o via.
Diferente de sua própria percepção sobre si, Victoria conseguia enxergar