Emanuel lançou um olhar para a mansão atrás dele e, com suas longas e fortes pernas, começou a caminhar em direção à casa. No instante seguinte, uma bala atingiu o chão perto de seu pé. Cauã, segurando uma arma, soprou a fumaça azulada da ponta do cano, com um olhar selvagem e feroz em seus olhos.
- Sr. Emanuel, invadir uma propriedade privada é crime. - Alertou Cauã.
- Eu quero ver Inês! - Insistiu Emanuel.
Cauã reprimia a raiva em seu peito.
- Você acha que a nossa chefe é alguém que você pode