Os dois voltaram ao saguão em silêncio, os cafés na mão, esperando o elevador com aquela distância de meio metro que havia se tornado o espaço padrão entre eles.
As portas fecharam.
O silêncio que ficou entre os dois durou exatamente três segundos.
— O que foi aquilo? — Diego perguntou, o canto da boca curvando-se.
Suzie deu um gole no café.
— Controle de danos.
— Controle de danos? — ele repetiu, bebendo o café. — Engraçado, porque parecia muito ciúmes.
Suzie sentiu o rosto queimar, mas não re