O cartório de registro civil cheirava a papel antigo e café barato. O tabelião, Augusto, tinha uns cinquenta anos, bigode grisalho e a expressão de alguém que havia visto muita coisa naquela sala mas claramente não estava preparado para aqueles dois.
— Então — ele disse, abrindo a pasta com a solenidade de quem está prestes a conduzir algo importante. — Antes de darmos início à cerimônia, gostaria de confirmar se ambos estão aqui por livre e espontânea vontade.
Diego e Suzie se entreolharam.
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