No final, Ian não tinha mais o que dizer e só pôde se virar e sair.
Ângela, que estava dentro do carro, levantou a cabeça lentamente, seus olhos estavam sem brilho, sem vida. Se não fosse por sua respiração, poderiam pensar que ela já estava morta.
Mas, para ela, viver ou morrer agora não fazia muita diferença.
Ela não derramou uma lágrima do começo ao fim, porque sabia que chorar não adiantaria nada; só traria mais tortura por parte dele, que ainda perguntaria com que direito ela chorava.
Exato